Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Entrevista: Nívea Maria!

Nívea Maria tem se especializado em fazer papéis crescerem e aparecerem. E é justamente isso que a actriz está conseguindo com sua Magnólia Palhares , mulher do prefeito da cidadezinha de Passaperto , em Desejo Proibido, da Globo. Mesmo sem ser a protagonista da trama e de estar contracenando ao lado de duas jovens actrizes - Grazi Massafera e Aninha Lima - a experiente actriz não hesita em destacar sua personagem no folhetim das seis.  Sem falsa modéstia, Nívea assume que sempre consegue ganhar espaço com seus personagens e que acaba sendo a protagonista de sua história. "A novela é um leque muito aberto e faço o meu personagem se destacar dentro do seu núcleo", declara.  Aos 61 anos e 45 de carreira, Nívea avalia que sua trajectória profissional foi moldada à base de muita dedicação e responsabilidade e acredita que actuar para milhões de pessoas não é fácil.  "Interpretar não é uma coisa imediatista. Tem de ter muita disciplina. O problema não é só aparecer e pronto, é saber dar continuidade a um trabalho. Tem de ter visão se quiser construir uma carreira", pondera.

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Como está sendo actuar em Desejo Proibido?
A Magnólia é uma personagem muito bem desenhada e cheia de humor. Ela não tem um comportamento previsível e acho que isso pode ser um canal interessante para que sucedam episódios dos mais absurdos aos mais óbvios.
Sempre que faço novela, me proponho a trabalhar em aberto para que o autor possa brincar com todos os lados e todos os elementos do personagem. Dessa forma não crio expectativas e fico mais satisfeita. Mesmo que o sucesso da novela não esteja se reflectindo no Ibope , a aceitação do público é muito grande. Sair na rua e saber que a pessoa gosta de você e do personagem, já é uma grande conquista.

Em 45 anos de carreira, você já participou de inúmeras novelas de época. O que impulsiona você a fazer mais uma trama dessas?
Actuar é a minha vocação e é o que vou fazer para sempre. Não recuso papéis. Minha personagem é muito humanizada e meu núcleo é excelente.
Já até passei por uma crise de querer achar que minha carreira não ia mais para frente e retomei com mais força ainda por causa da personagem em A Casa das Sete Mulheres, também de época e assinada pelo Walther Negrão.

Por que esse papel foi tão importante para sua carreira?
A Maria Gonçalves da minissérie tinha uma gana enorme e até aquele momento, só tinha feito personagens de mulheres submissas. Foi um divisor de águas na minha trajectória. Já fiz vários trabalhos e chega uma hora que corremos o risco de nos repetir, então estamos sempre em busca de personagens diferentes.

Que personagens você gostaria de fazer, por exemplo?
Tenho vontade de fazer uma mulher mais exuberante, de repente. Acho que é o que está faltando nessa altura da minha carreira. Não quero jogar para o vulgar, mas seria uma ótima oportunidade de fazer uma mulher malucona , na faixa dos 60 anos, por exemplo.

Por sempre fazer papéis parecidos e actuar em tramas não-contemporâneas , você acha que foi engessada pela televisão?
Os autores têm de apostar em colocar a Nívea Maria, que tem essa imagem careta, com uma ousadia um pouco maior. Não teria o menor pudor de fazer, pelo contrário, vai me dar mais trabalho, porque prezo muito a dignidade e a qualidade do trabalho. Acho que meu estilo de interpretação puxa um pouco mais para as novelas de época, mas eu já me experimentei tramas contemporâneas e deu certo.

 

 

fonte: Terra

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Domingo, 30 de Março de 2008

Letícia Birkheuer e Alexandre Birman terminaram o namoro!

Letícia Birkheuer e Alexandre Birman terminam o namoro nesta sexta-feira, 28. O casal, junto há 10 meses, estava de casamento marcado para o dia 26 de Abril. “O namoro terminou e o casamento está cancelado”, limitou-se a dizer a actriz, por meio de sua assessoria de imprensa. Sorridente, Letícia - que interpreta a enfermeira Raquel em "Desejo Proibido" -  foi à praia na manhã deste sábado, 29, no badalado Posto 9, em Ipanema. Ela chegou sozinha à praia e depois se encontrou com a amiga Lenny Niemeyer. O casal anunciou o casamento logo que teve a confirmação da gravidez e inclusive estava reformando a cobertura onde iria morar, no Leblon. Letícia, que estava com três meses de gravidez e esperava uma menina, sofreu um aborto espontâneo no início do mês.

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fonte: ego

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Sábado, 29 de Março de 2008

Lima Duarte faz hoje 78 anos!

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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

Separação de Camila Rodrigues e Bruno Gagliasso foi um mal-entendido!

Pendências de casal e uma viagem no meio. Segundo amigos de Camila Rodrigues e Bruno Gagliasso , essa foi a equação que fez com que muita gente acreditasse que o casal estivesse separado definitivamente. "Eles tiveram um desentendimento, e o Bruno teve que viajar. A Camila começou a circular sem a aliança, e gerou toda essa história de separação. Mas eles não haviam decidido nada ainda. Foi uma precipitação", contou uma fonte próxima ao casal, referindo-se a uma noitada com as amigas que a actriz teve na quinta-feira, 20, e ao casamento de Fernando Torquatto e Marina Morena, no sábado, 22.  Assim que voltou do Refice - onde apresentou a peça "Um certo Van Gogh ", durante o feriado da Semana Santa -, Bruno conversou com a mulher e colocou os pingos nos is ". "Ele ficou chateado com essa história porque nem tinha resolvido os problemas com a mulher e os jornais já estavam dizendo que eles estavam separados. Ele sentou, conversou com ela e está tudo bem", disse a fonte.

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fonte: ego

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Grazi Massafera está com dengue!

Mais uma vítima entre as celebridades foi picada pelo mosquito da dengue . Depois de Luciano Huck , Grazi Massafera baixou no estaleiro nesta sexta-feira, 28. "Ela começou a se sentir mal na quinta-feira (27), mas estava só com dor de cabeça. Achou que era gripe, e foi hoje para o Projac gravar normalmente", contou a assessoria da actriz. Durante as cenas que teria que fazer, o mal-estar piorou e Grazi foi aconselhada pela produção de " Desejo Proibido " a procurar logo atendimento médico por causa da epidemia de dengue no estado. "Ela foi primeiro para o Barra D'Or, mas o hospital estava muito cheio. Várias pessoas com suspeita da doença procurando atendimento também. Daí ela achou melhor tentar um hospital mais vazio para ser logo medicada e talvez voltar a gravar", contou a assessora. Grazi então seguiu para o hospital Riomar, onde se submeteu a um exame de sangue, no qual foi constatada a baixa das plaquetas e a presença do vírus da dengue. Enquanto aguardava o resultado, ela foi colocada no soro para se hidratar, e depois mandada para a casa. "Ela foi orientada aos cuidados normais para esse tipo de caso: beber muito líquido e ficar de repouso. No domingo, volta a fazer novos exames de sangue para saber se já está melhor e se poderá gravar na segunda (31). Caso contrário, as cenas terão que ser adiadas novamente", explicou a assessoria.

 

 

fonte: Ego

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Qual deve ser a foto do Mês?

        Foto 1                   Foto 2                    Foto 3                   Foto 4

     

Qual deve ser a foto do mês?
Foto 1
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Foto da Semana!

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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Blog Pessoal de Fernanda Paes Leme!

A actriz Fernanda Paes Leme, a Teresa de "Desejo Proibido", estreiou dia 25 de Março o seu blog pessoal. Visita!

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Camila Rodrigues e Bruno Gagliasso separaram-se!

 A actriz Camila Rodrigues e o actor Bruno Gagliasso , 25, se separaram após um ano e dois meses de casados. Ao chegar ao Museu de Arte Moderna, ela evitou falar sobre a ausência do rapaz. Na sexta-feira (21), enquanto ele estava em Recife com o espectáculo Um Certo Van Gogh , a actriz circulou com as amigas do elenco de Desejo Proibido, Ana Lima, 34, e Fernanda Vasconcellos , 23, no Leblon , onde almoçaram. No mesmo dia, Camila estava abatida nos bastidores da novela e comentou que eles haviam tomado a decisão na quarta-feira (19). "Ela está muito triste, pois sempre foi apaixonada por Bruno. Mas ele vacilou algumas vezes com ela", comentou uma amiga da actriz . "A relação não vinha bem há um tempo. Eles conversaram sobre isso e tomaram a decisão. Não teve briga, eles continuam amigos e isso é o que importa", contou uma pessoa próxima ao casal. Camila e Bruno namoraram durante 11 meses e se casaram em Agosto de 2006. "Eu acreditava no amor deles", lamenta um amigo.

 

 

fonte: Contigo

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Grazi Massafera de olho no cinema!

Assim que terminarem as gravações de Desejo Proibido, na Globo, onde vive a doce Florinda, Grazzi Massafera poderá marcar a sua estreia na sétima arte. Caminhando para a recta final do folhetim de Walther Negrão, que sai do ar em Maio, a actriz já estuda roteiros para actuar no cinema. Grazzi está confiante em voltar a repetir o sucesso alcançado na tevê. Enquanto analisa os roteiros, a actriz colhe os frutos do sucesso da personagem Florinda. As cenas da actriz são tantas que, na última semana, ela gravou até as 2h da madrugada, e aproveitou o feriado para cumprir a agenda de compromissos com os anunciantes. Sem tempo para nada, Grazzi tem até recusado novos contratos.

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fonte: fuxico

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Quarta-feira, 26 de Março de 2008

Cláudio Marzo faz hoje 67 anos!

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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Foto da Semana!

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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Grazi Massafera fica mulata em campanha!

Acredite se quiser: essa mulata da foto acima, de cabelo black power e tudo, é Grazi Massafera. A versão índia, de cabelo escorrido preto, idem! A loira encarnou quatro versões diferentes da mulher brasileira para a campanha de uma marca de sandálias, que homenageia a diversidade. Grazi encarou as longas horas de filmagem e caracterização sem perder o bom humor que conquistou o Brasil e também o coração do galã Cauã Reymond . A musa desfilou ainda seu visual loiro - e, é claro, igualmente lindo. A campanha publicitária vai ao ar no dia 24, para o Norte, Nordeste, Centro-Oeste e ainda para os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais.

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fonte: ego

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Terça-feira, 18 de Março de 2008

Julia Lemmertz faz hoje 45 anos!

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Domingo, 16 de Março de 2008

Pedido: Fotos Deborah Evelyn!

    

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Entrevista: Eva Wilma!

Aos 74 anos de idade e 54 de carreira, Eva Wilma diz que brinca trabalhando. E como a fria e gananciosa Cândida, de Desejo Proibido, a actriz tem voltado à infância. "Em algumas cenas a gente volta a ter 7 anos de idade. O melhor para o actor é isso, poder se divertir com o texto", confirma a veterana.A vilã da trama das seis da Globo é mais uma que a actriz deve guardar com carinho. Vai juntar a inesquecíveis figuras como as gémeas Ruth e Raquel, na primeira versão de Mulheres de Areia, da Tupi, Maria Altiva, de A Indomada, e Hilda Pontes, de Pedra Sobre Pedra. O folhetim à moda antiga de Walther Negrão é o tipo de trabalho que Eva gosta de fazer. É o estilo de trama que lhe dá prazer. A actriz pode até achar que o ofício de interpretar é uma gostosa brincadeira, mas defende que teledramaturgia é algo sério.  "As novelas se tornaram quase um programa de humor. E aí perde o sentido. Não dá para deixar de lado o romantismo e a boa história", defende a actriz. 

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Você reclamou que as novelas estavam apelativas demais e deixaram de ser interessantes. O facto de Desejo Proibido ser uma trama à moda antiga foi o que a atraiu?
Foi um dos motivos. O que me atrai para um trabalho é a proposta do autor. A evolução das novelas as levou para um caminho que as transforma quase em um programa de humor.
E acho que aí fica sem sentido, sem romantismo. A essência do folhetim não pode ser deixada de lado. Seja no horário das seis, das sete ou das nove, é preciso saber contar uma história e despertar a curiosidade do telespectador, para que ele queira saber o que vai acontecer no próximo capítulo. Procuro sentir se a personagem tem uma história verdadeira e se posso interpretá-la com prazer, acima de tudo. Isso depende muito do autor, dos directores e dos parceiros de cena.

Qual é o prazer que você encontra na personagem Cândida?
A história dela, contada na sinopse, me atraiu de cara. As relações de Cândida com o personagem Viriato no passado é que ocasionaram o que ela é no momento actual da novela. Há uma trajectória, uma história que contextualiza a personagem.

Algumas vilãs de sua carreira marcaram muito, como a Raquel da primeira versão de Mulheres de Areia e mais recentemente a Maria Altiva, de A Indomada. Você acha que é mais lembrada pelas malvadas que fez do que pelas heroínas?
As vilãs de novela são as desencadeadoras das acções e a consciência crítica do autor. Elas ironizam tudo. Então, de certa maneira, essas personagens também podem ser a consciência crítica do público.
Mas não tenho preferência por vilãs ou heroínas, tenho preferência por bons papéis. Em Desejo Proibido, eu e o Lima Duarte fazemos cenas em que voltamos aos 7 anos de idade. Um faz birra para o outro. Saímos um pouco do texto e brincamos. Isso dá prazer, é a essência do actor.

Você volta a trabalhar com o Lima depois de 15 anos, a última vez foi em Pedra Sobre Pedra, em 1992...
Foi, e surpreendentemente também a primeira. Por mais estranho que possa parecer, nunca tínhamos trabalhado juntos antes. Mas as pessoas nos vêem como grandes parceiros porque fizemos basicamente a mesma escola.
Éramos da Tupi. Ele estava na inauguração e eu não, porque ainda fazia minhas experiências como bailarina clássica. Entrei na emissora em 1953 e sempre cruzei com ele nos corredores. Apreciava o trabalho do Lima desde o início. Mas só em Pedra Sobre Pedra nos encontramos. A gente discutia muito nos bastidores porque minha personagem, a Hilda Pontes, era a esposa e ele defendia muito mais a outra, a Pilar Batista, de Renata Sorrah . Então ele defendia que minha personagem tinha de ser mais submissa e eu dizia que não. No final da novela o autor me deu páginas e páginas para mostrar que eu não era submissa (risos).

Com 54 anos de carreira, há muitos personagens e trabalhos que fazem você recordar histórias como essa?
Muitos. A Maria Altiva de A Indomada, Mulheres de Areia e até mesmo Ciranda de Pedra, que vai ser refeita agora, me trazem boas lembranças. Não sou saudosista, mas sinto prazer em recordar. E o que me faz ter carinho por esses trabalhos é a oportunidade que tive de brincar.
O significado da palavra representar na língua portuguesa é pobre. Tinha de ser como no inglês, no francês ou no alemão, que significa brincar. Às vezes sinto falta de cenas legais, mas procuro me divertir em todas. Sou uma actriz que consegue tornar o trabalho na televisão prazeroso .

A televisão ainda consegue surpreender você?
Prefiro surpreendê-la. Autor, director e actor têm o mesmo objectivo: entreter o público emocionando e divertindo. O humor é essencial em tudo na vida. Fiz vários trabalhos profundos ao longo da carreira e mesmo nos momentos mais dramáticos eu conseguia fazer rir.
Isso é meio chapliniano . Posso parecer pretensiosa, mas Chaplin era assim. Mostrou momentos dramáticos sem perder o humor. O que vem para as minhas mãos, eu uso. Chance a gente agarra e faz acontecer.

Em uma edição do programa Estrelas, da Globo, você agradeceu a apresentadora Angélica por tê-la entrevistado no "banco de reservas". O que você quis dizer com isso?
Eu fiquei um bom período no banco de reservas da televisão. Me senti como um jogador de futebol. Mas acho normal que uma empresa como a Globo, com um elenco de primeiríssimo time , se dê a esse luxo.
É até bom porque a gente pode se reciclar e o público não cansa de ver a nossa cara. Durante esse tempo não deixei de fazer teatro. Não desprezo o meu trabalho no cinema e muito menos na televisão, que é o entretenimento único da maioria da população. Mas a arte do actor evolui no espaço cénico livre, directo com o público. E isso acontece no teatro. Eu preciso sempre voltar a esse espaço para continuar evoluindo. É como estudar constantemente, fazer mestrado, doutorado.

Você tem algum ressentimento em relação à carreira?
É uma sabedoria de vida usar os obstáculos e dificuldades para vencer. Se você me perguntar se gosto de fazer novela, peça e filme ao mesmo tempo, eu vou responder que preferiria fazer um por vez.
Mas as dificuldades de uma carreira são tantas que quando uma chance aparece você não pode jogar fora. Ou optar e dizer com convicção: não vou fazer. É preciso saber escolher.

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Incansável sonhadora
Com 54 anos de carreira, Eva Wilma diz estar longe de ter realizado todos os seus desejos na profissão. Desde que estreou em 1953, na Tupi, a actriz sempre esteve envolvida em produções de sucesso. O primeiro trabalho na emissora, inclusive, ficou no ar por 10 anos.
Em Alô Doçura, ela contracenou com o actor John Herbert , com quem se casou em 1955, manteve a união por 20 anos e teve dois filhos. Protagonizou as primeiras versões de Mulheres de Areia, A Viagem e, já na Globo, também esteve em projectos especiais como o seriado Mulher, exibido por dois anos e em que contracenou com o marido Carlos Zara . "Foi um trabalho que deixou saudades. Minisséries e seriados permitem que a gente faça um trabalho de melhor qualidade", defende Eva. A veterana questiona ainda a pouca quantidade de especiais que a Globo leva ao ar actualmente. "De 50 ao início dos anos 80, esses programas representavam a ousadia artística da televisão", justifica ela. Eva recorda especiais que lhe renderam prémios , como Negro Léo , em 1986, e questiona: "Sei que custam caro, mas não vale a pena pelo prestígio e a satisfação que trazem?" No teatro, Eva também afirma que ainda tem muitos projectos a fazer. Vontade não falta. Só não há incentivo. "Queria montar uma peça com 20 actores e ficar ensaiando três meses. Mas no Brasil é inviável economicamente", lamenta a actriz.

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Herança alemã
Eva Wilma atribui aos seus pais o gosto pelas artes. Filha de um alemão e uma descendente de judeus russos, a actriz desde cedo teve contacto com a música e a dança. "Minha mãe sempre me estimulou a me dedicar aos estudos e ao balé da mesma forma", destaca Eva.
É do bale que ela diz ter herdado a disciplina que a actuação exige. Mas outra lembrança que ela guarda é a influência musical que sempre teve em casa. "Meu pai gostava de cantar e a gente tocava piano juntos", recorda.

 

 

 

fonte: Terra

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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Foto da Semana!

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Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Desejo Proibido foi o 4º programa mais visto ontem!

fonte: MediaMonitor

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Deborah Evelyn faz hoje 42 anos!

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Terça-feira, 11 de Março de 2008

Ana Lima no "Episódio Especial"!

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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

Entrevista: Letícia Sabatella!

O dito popular “mulher morre de inveja de mulher” e a propalada história de que a relação entre elas é movida por interesse, ciúme ou disputa não contaminam Letícia Sabatella . A actriz tem fé nas amigas, adora dividir o palco com mulheres e desconhece o que seja inveja. Não é por prazer ou capricho que quebra estigmas. Ela completou 37 anos neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher. Nascer numa data de luta influenciou seu carácter. Quando faz aniversário, é impossível não lembrar que 129 operárias americanas morreram queimadas pela polícia, em 1857, enquanto reivindicavam melhores condições de trabalho. “Sou apaixonada pelas mulheres”, revela. Trata-se de amor mesmo – pelo ser humano e por tudo que está à sua volta. Certamente é esse o sentimento que leva Letícia à política. Sua aparição na TV, em Dezembro passado, chorando por que o Supremo Tribunal Federal autorizou a continuação das obras de transposição do rio São Francisco, foi uma mostra de que seu compromisso vai além dos muros da Rede Globo, onde fez fama. Orçado em 5 bilhões de reais, o projecto que preocupa Letícia prevê o bombeamento de 1,4% do volume do São Francisco para abastecer rios do Ceará, Rio Grande do Norte, de Pernambuco e da Paraíba, que secam em certas épocas do ano. A actriz não ficou nas lágrimas. Escreveu uma dura carta ao deputado Ciro Gomes (marido de sua amiga Patrícia Pillar ), que acusara o bispo Luiz Cappio de fazer a nação de refém com uma greve de fome em defesa do rio.

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Também com Ciro , travou uma discussão no Senado, em Fevereiro, depois de discursar para os parlamentares dizendo que “a água deve ser tratada como sangue vital, nosso mais precioso património , que não pode ser reduzida à condição de mera mercadoria”. O deputado, que já havia rebatido as críticas da actriz, pediu a ela que não o tratasse com formalidade. Letícia respondeu que não tinham intimidade e que havia lido que ele era um dos deputados que mais faltavam no Congresso. Ela não tem poupado nem mesmo o presidente Lula, a quem sempre deu apoio. Criada em Curitiba, esta mineira nascida em Belo Horizonte está permanentemente engajada: defende os direitos humanos, acredita que a reforma agrária é necessária não só para quem vive no campo e ajuda a formar uma cooperativa de pequenos produtores de alimentos orgânicos, no interior do Rio de Janeiro, que promove a inclusão social. “Precisamos cuidar do todo se quisermos a colectividade feliz”, diz em seu apartamento no bairro carioca da Gávea. Enquanto isso, sua filha, Clara, 15 anos, fruto do casamento com o actor Ângelo Antônio , se diverte com os primos no computador e um lindo gato preto anda pela mesa da sala de jantar. “Tenho uma relação muito especial com os bichos. Já cheguei a pedir desculpas quando pisei numa cobra”, conta.

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Actualmente, a actriz vive Ana, uma descendente de índios, na novela global Desejo Proibido. Assim que as gravações terminarem, ela pretende investir em outra paixão: o canto. Talvez grave um CD com amigas de adolescência. “Quem sabe?”, diz, um tanto discreta para tratar da vida pessoal. Separada há três anos de Ângelo, com quem viveu por 14, Letícia namora o também actor Miguel Lunardi , que contracenou com ela em Páginas da Vida (2006). 

 

Uma actriz deve se envolver com as inquietações políticas?
Antes de ser actriz, sou cidadã. Não vivo numa bolha, isolada, ou num mundo de fantasia. Na Grécia Antiga, um oleiro não fazia apenas vasos. Ele dedicava metade de seu dia a questões públicas e da sociedade. Não entendo quem diz que actores devem ser apolíticos. Será que se dizer apolítico não traduz uma certa postura política? Eu vivo aqui, é aqui que tenho que exercer a minha cidadania. Tem uma frase do Leonardo Boff (ex-frade franciscano, escritor) de que gosto muito: “A essência de quem vive numa sociedade é ser um cidadão”.

O que fazemos em casa reflecte no grupo em que vivemos?
Sim. Antes da ordem e do progresso vêm o amor e o respeito, do que decorre a melhor ordem e o melhor progresso. Sinto que somos intimamente ligados ao que se passa ao nosso redor, à natureza, ao todo. O problema é que a gente vai esquecendo e, aos poucos, vai perdendo essa sabedoria essencial, pensando só no próprio bem-estar, esquecendo o entorno, que, no fundo, acaba por reflectir em nós mesmos.

Dá para pensar dessa forma no dia-a-dia?
Somos seres holísticos, feitos de várias camadas e dimensões. Então, podemos lembrar disso no quotidiano, nas mínimas coisas. Quando cuido da saúde da minha filha (no dia da entrevista, Letícia levaria Clara ao médico), não devo pensar só nela, e sim nas crianças. Ao cuidar dela, estou cuidando de todas. Optando por tratamentos naturais, menos agressivos, ajudo Clara e o ambiente. Se entupisse a menina de antibióticos, além de fazer mal, estaria ajudando a produzir epidemias. Sempre que vou a um acampamento de sem-terras , por exemplo, me emociono. Sinto uma enorme gratidão: eles estão buscando um mundo muito melhor para mim também.

Como você saiu do episódio do Senado?
Foi uma experiência que nos ensinou muito. Pediram que eu fosse falar – e eu até não queria, porque há pessoas com mais qualidade que eu para esse assunto –, mas também pudemos confrontar os argumentos de técnicos, de representantes de movimentos sociais e de políticos a favor e contra a transposição, como o senador Marcondes Gadelha, que disse que o rio São Francisco tem muita água e não há problema em tirar um pouco dela para matar a sede dos nordestinos. Isso me remeteu ao modo retrógrado como a humanidade tem feito muitas coisas. Extingue espécies sob a alegação de que, como tem muito, não há problema em caçar bichos ou em extrair recursos naturais sem controle. Mas, como explicou no Senado a promotora Luciana Khoury , há várias alternativas, com custos reduzidos e chances maiores de resolver o problema da seca no Nordeste, além da transposição do rio.

Por que ficou tão contrariada com a discussão com Ciro Gomes?
Fiquei chateada, inclusive comigo, pelo facto de um bate-boca de um minuto ter sido focado com mais relevância pelos jornais do que o que foi dito num debate que durou seis horas. Mas tenho a consciência tranquila. Atendi com abnegação a um pedido do senador Suplicy e pude colocar, na tribuna, minhas reflexões – em nome do Movimento Humanos Direitos e ao lado dos actores Osmar Prado e Carlos Vereza – sobre o direito à água e à sustentabilidade da vida no planeta. Essa audiência pública deveria ter ocorrido antes de o Exército ter iniciado as obras. E ela só aconteceu graças ao gesto extremo de dom Cappio .

Quando passou a se envolver com a questão do São Francisco?
Estive no Tocantins gravando um documentário sobre os índios krahô finalizado em 2007, sobre os palhaços sagrados da tribo, que ajudam a superar dificuldades. Nos dois meses em que esteve entre os índios, Letícia foi baptizada como Tokoüe , nome de uma árvore do local. Desde então, passei a acompanhar a vida dos povos indígenas, quilombolas e a dos moradores da região do São Francisco. Ouvi pontos de vista diversos, participei de conferências no Ministério do Meio Ambiente e pude observar o impacto que as grandes obras do Plano de Aceleração do Crescimento, o PAC, têm causado para esses povos e para a natureza. Quando frei Cappio fez sua segunda greve de fome, o Conselho Indigenista Missionário e a Comissão Pastoral da Terra pediram o apoio do nosso movimento.

Por que o projecto de transposição do rio ameaçaria esses povos?
A obra não resolverá a crise do semi-árido , muito pelo contrário. Os beneficiados serão as grandes fazendas e as indústrias siderúrgicas. A água servirá à produção agrícola industrial com foco na exportação. Apenas 4% da água desviada será dirigida ao consumo humano e animal. Dom Luiz Cappio , que vive há 30 anos entre ribeirinhos, defende a revitalização do rio, entre outras ideias sensatas. Tentou convencer o governo a considerá-las, mas não foi ouvido.

Suas lágrimas foram uma espécie de marco desse episódio. Valeu a pena chorar?
A insensibilidade do governo foi o que me fez chorar. Ele está impondo essa obra como a única solução. O projecto Atlas do Nordeste, por exemplo, contrapõe a proposta oficial. Foi elaborado por técnicos que estudam o assunto, há mais de 20 anos, com movimentos sociais e até mesmo com a Agência de Águas, do governo. Se for implantado, atenderá nove estados, matará a sede de muito mais gente, vai respeitar a cultura sertaneja e ainda custará bem menos. Só não tem fins industriais. Se valeu a pena chorar? Chorei sem medo, não estou sendo feliz com o autoritarismo do Estado. Sinceramente, eu não esperava essa postura do governo Lula. O que vemos é um presidente que ainda mantém as velhas tradições de poder.

Sua crítica ao poder central é pelo facto de não ter ouvido a sociedade desde o primeiro momento?
Sim. A impressão é de que a democracia ainda não chegou por aqui. Quando vejo a rapidez com que o projecto da transposição foi decidido, fico muito assustada. Há uma mentalidade de desrespeito ao meio ambiente e às múltiplas etnias, e a consequência , entre outras, é o aumento do trabalho escravo e a exploração de mão-de-obra infantil. Isso é democracia?

Você tem a preocupação de educar Clara com essa visão ou considera cedo para introduzi-la nesse universo?
Temos bastante diálogo sobre esses assuntos. Ela me traz da escola e dos livros que lê muitas informações e questões relativas ao Brasil. É uma menina que convive com índios, crianças que moram em favelas, em comunidades rurais. Acho isso importante, é preciso conhecer a diversidade e respeitar os que são diferentes.

Então você é do tipo mãe bem certinha?
Acho que sou uma mãe esforçada. Tento, com amor, acompanhar seu desenvolvimento participando, acolhendo e, às vezes, cobrando com firmeza. Sou mãe italiana, emotiva, às vezes dou uns gritos e me sinto mal. Depois peço desculpas a ela. A Clara também me educa muito.

Foi para liberar o exagero que se tornou actriz?
Não sei se foi para me libertar do exagero ou para me libertar mesmo. A minha profissão exige profundo processo de autoconhecimento. Nada do que é humano me é estranho. Todos os sentimentos, o bem e o mal, habitam em mim. Tenho que reconhecer e lidar com esses contrários. Há em mim pitadas de todos os defeitos e qualidades. Com a experiência, aprendi a não guardar mágoas, a falar o que penso e a reconhecer minha agressividade e tentar canalizá-la.

Agressiva? Você?
Sim, certas vezes sou dura em excesso, até comigo mesma. A agressividade é inerente ao ser humano como também a santidade. Aprendi a não reprimir, porém não estouro em hora imprópria. Aí, seguro a onda. Mas eu não tenho medo da agressividade.

Você tem medo de quê?
Rezo, tenho fé e o medo não me paralisa. Ele é um inimigo, atrapalha a crença na nossa força. Em mim, o medo não é constante, é raro. Sou destemida até demais. Quando criança, treinava muito andando e convivendo comigo mesma no escuro. É preciso algo concreto para sentir medo. Outro dia, vi três rapazes cheirando cola na rua. Eles vieram, dei boa tarde e segui. Então, andaram atrás de mim, e meu coração disparou. Resolvi conversar. Eles disseram que faziam parte de grupos de extermínio. Respondi que eles deveriam conhecer o teatro. Nele poderiam viver histórias mais interessantes que na rua. Um Shakespeare pode ser mais violento do que um assalto à mão armada.

Seu aniversário é no Dia Internacional da Mulher. Como vê as mulheres hoje?
Elas ainda são as maiores vítimas da exclusão. Ganham menos e suportam a carga da família. Sou apaixonada pelas mulheres. Não tenho essa relação competitiva que, como dizem, existe entre colegas. Tenho sorte nas amizades e no trabalho com mulheres. Elas sabem actuar em grupo, são agregadoras, generosas, disponíveis, compreensivas, guerreiras. Sei que há muito a ser conquistado, em especial na relação com os homens. A sociedade ainda é miseravelmente patriarcal e machista. Mas não fico observando tanto essa diferença de género com quem convivo. Hoje, as mulheres exercem com mais liberdade sua capacidade amorosa de gestar a transformação e a revolução, com poder de participar de decisões que antes eram só deles. Elas necessitam cada vez menos de um homem para se sentirem valorizadas.

 

 

 

 

fonte: Claudia

publicado por . às 16:43
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Sábado, 8 de Março de 2008

Letícia Sabatella faz hoje 37 anos!

publicado por . às 10:49
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Letícia Birkheuer perdeu o bebé!

A actriz Letícia Birkheuer perdeu o bebé de três meses que esperava de seu relacionamento com o empresário Alexandre Birman . Quem confirmou a triste notícia foi a mãe da actriz e modelo, Elvira Birkheuer , que falou nesta sexta-feira, 7. "Infelizmente, é verdade sim. Foi ontem à noite, por volta das 2h da manhã. Ela estava deitada, foi ao banheiro e constatou o sangramento. Na mesma hora, ela ligou para mim, e foi para o hospital. Liguei para a minha outra filha, Michele , que mora no Rio, e ela acompanhou a irmã. Mas, chegando lá, não tinha mais o que fazer. O bebé já estava morto", disse dona Elvira, directamente de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, onde mora. Ela contou também que Letícia está arrasada e que não está aceitando a perda, mas que está sendo consolada pela irmã Michele Birkheuer e pelo noivo Alexandre Birman . O pai da actriz também estava no Rio de Janeiro para ajudar nos detalhes do casamento. Irineu Birkheuer embarcou de volta para o Sul para que a mulher possa viajar para o Rio para ver a filha. "Nós não esperávamos esse baque. Estive no Rio de Janeiro até segunda-feira, 3, e cheguei a acompanhar a Letícia em uma consulta. Estava tudo bem. Ela estava entrando no terceiro mês, já tinha feito ultra-som e visto a bebezinha . Mas o médico explicou que esse tipo de situação é comum, e acontece em 30% das mulheres no início da gravidez", contou. A princípio, o casamento da actriz com o empresário, que havia sido antecipado por causa da gravidez, continua marcado para o dia 6 de Abril. Mas, segundo a mãe da actriz, pode ser que com esse facto novo a data seja mudada. "Ainda não conversamos sobre isso. Ela está muito triste. Mas o casamento está marcado para o dia 6 de Abril", disse.

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fonte: ego

publicado por . às 10:12
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Foto da Semana!

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publicado por . às 13:57
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