Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008

Entrevista: Camila Rodrigues!

Camila Rodrigues foi modelo na adolescência e estudou teatro, mas sempre sonhou com a TV. E entrou para a Globo em 2005. Já fez América, a minissérie Amazônia e agora está na novela Desejo Proibido onde faz de Guilhermina . A seguinte entrevista foi feita pela revista Vip.

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Curtiu fotografar para a VIP?
Adorei. Já tinha achado lindo o ensaio da Fernanda Paes Leme (capa de Dezembro de 2007 da Vip), que é muito minha amiga. E adorei toda a revista. Aí surgiu o convite de vocês.

Você se sentiu à vontade?
Adoro fazer foto. Comecei como modelo aos 14 anos. Então não fico tímida, é um prazer. A diferença é que num ensaio sensual é você mesma quem aparece.

Qual o ponto forte do seu corpo?
Gosto muito da minha boca. Acho bem desenhada. Também gosto dos meus olhos. São grandes e puxadinhos, e um misto de mel e verde. E tudo que eu expresso passa pelo olhar.

Mulheres lindas sempre acham um defeito no próprio corpo que a gente não consegue ver. E você?
Defeito, acho que não. Eu só gostaria de ser um pouco mais alta e mais magra. Fica mais elegante.

Você malha para manter a forma?
Já fiz muito esporte e nem precisava malhar. Joguei vôlei até uns 14 ou 15 anos. Depois, malhava uns meses mas parava. Passei a malhar bastante para fazer Amazônia porque a personagem era uma seringueira e eu precisava ser magrinha e seca. Aí peguei gosto.

Uma tatuagem sua é a palavra “sincronicidade”, igual à tatuagem que a Fernanda Paes Leme tem. Vocês combinaram?
A gente fez há uns meses em grupo: eu, a Fê, o Bruno (Gagliasso, actor e marido da Camila há um ano e meio) e um amigo nosso de Salvador. A minha e da Fê é no mesmo lugar, a deles é no braço. A gente escolheu a palavra porque nosso professor de teatro sempre falava em sincronia. Porque a gente precisa da voz, da interpretação, da inteligência cênica.

Então não tem nada a ver com a música Synchronicity, do Police?
Não, nada.

Como você virou actriz?
Sempre amei televisão e sou desinibida e eléctrica desde criança, nunca tive vergonha. Desde os 14 anos, fazia testes para a Globo. Quando estava me formando em teatro, finalmente fui aprovada para fazer América. Foi uma grande felicidade.

E fora do trabalho? Você é baladeira ou caseira?
Muito mais para caseira. Eu e o Bruno ficamos em casa sempre que temos tempo livre. Mas a gente vai a barzinhos ou os amigos se juntam e vão em casa.

Vai ficar em casa no Carnaval?
Não. A gente vai para Salvador. É legal demais sair nos blocos. Volto pro Rio para o desfile das campeãs. Afinal, sou mangueirense desde sempre.

Já sabe o enredo da Mangueira de cor?
Desta vez, ainda não. Mas estou para pegar o CD e decorar a letra. No Carnaval, já vou saber tudo.

No samba, você é Mangueira. no futebol?
Eu nem devia te contar... Eu era Fluminense por causa do meu pai, que sempre me levou em estádio. Mas casei, virei Flamengo e vou ao Maracanã todas as vezes que posso. Se Deus quiser, o Flamengo ganha a Libertadores e aí vou pro Japão ver o Mundial.

publicado por . às 15:06
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